26.4.13

''Na medida em que progredimos pelas trilhas do dever e do autoconhecimento adquirimos paz íntima e domínio mental,
antídotos eficazes contra qualquer adoecimentos da vida psíquica.
Enquanto se processam semelhantes ações de fortalecimento, podemos ainda contar com duas medidas profiláticas de dilatado poder em favor de nossa paz: A vigilância e a oração.
Verifiquemos que a função do vigilante é preventiva, é comunicar à sua volta que algo está sobre cuidado e não a mercê das ocorrências. A função do vigilante não é atacar. Quem vigia, faz para que algo não surpreenda ou agrida. Vigilância no terreno da reforma íntima significa estar atento ao inimigo, aquele que pode nos causar prejuízos, nosso homem velho.
Vigiar o inimigo, no entanto, é diferente de abater o inimigo. A maneira mais pacífica de vigiar é conquistando-o, e só o conquistamos demonstrando a inviabilidade da guerra, fazendo fortes o suficiente os nossos valores para que ele se sinta impotente, incapaz de ser mais forte.
Vigilância é atenção para com as movimentações inferiores da personalidade, é o estudo sereno das estratégias do homem velho, requerer muita disciplina. Por sua vez, a oração é um movimento sagrado da mente no despertamento das forças superiores. É a busca da alma que se abre para o bem e se fortalece.
Dever, vigilância e oração – balizas seguras para que nos permitem talhar o homem novo, mesmo sobre a escaldante temperatura das velhas angústias que nos acompanham há milênios.'' -

Livro Reforma Íntima Sem Martírio

''Na medida em que progredimos pelas trilhas do dever e do autoconhecimento adquirimos paz íntima e domínio mental,
antídotos eficazes contra qualquer adoecimentos da vida psíquica.
Enquanto se processam semelhantes ações de fortalecimento, podemos ainda contar com duas medidas profiláticas de dilatado poder em favor de nossa paz: A vigilância e a oração.
Verifiquemos que a função do vigilante é preventiva, é comunicar à sua volta que algo está sobre cuidado e não a mercê das ocorrências. A função do vigilante não é atacar. Quem vigia, faz para que algo não surpreenda ou agrida. Vigilância no terreno da reforma íntima significa estar atento ao inimigo, aquele que pode nos causar prejuízos, nosso homem velho.
Vigiar o inimigo, no entanto, é diferente de abater o inimigo. A maneira mais pacífica de vigiar é conquistando-o, e só o conquistamos demonstrando a inviabilidade da guerra, fazendo fortes o suficiente os nossos valores para que ele se sinta impotente, incapaz de ser mais forte.
Vigilância é atenção para com as movimentações inferiores da personalidade, é o estudo sereno das estratégias do homem velho, requerer muita disciplina. Por sua vez, a oração é um movimento sagrado da mente no despertamento das forças superiores. É a busca da alma que se abre para o bem e se fortalece.
Dever, vigilância e oração – balizas seguras para que nos permitem talhar o homem novo, mesmo sobre a escaldante temperatura das velhas angústias que nos acompanham há milênios.'' - Livro Reforma Íntima Sem Martírio

Via Espiritismo uma nova era de luz