7.6.14

A qual grupo você pertence?

Em uma importante universidade, um sábio professor, com grande dose de paciência, tentou começar a primeira aula do ano da nova turma, mas não conseguiu. Pediu silêncio educadamente várias vezes, sem sucesso. O professor, com voz firme, disse então:

“Queridos alunos, prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez. Desde que comecei a dar aula, anos e anos atrás, descobri que de cada 100 alunos, apenas 5 são aqueles que fazem a diferença no futuro; apenas 5 se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar o mundo. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; não se dedicam, não se esforçam, não saem da zona de conforto, são acomodados, ficam na mediocridade. Passam pela vida sem deixar nada de útil.

Esta porcentagem vale para todo mundo. Se prestarem atenção, notarão que de 100 professores, apenas 5 são aqueles que fazem a diferença; de 100 garçons, apenas 5 são excelentes; de 100 motoristas de táxi, apenas 5 são verdadeiros profissionais que amam o que fazem. É uma pena não termos como separar estes 5% do restante, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os 5% nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para uma boa aula e eu dormiria tranquilo sabendo ter investido nos melhores! Mas, infelizmente ainda não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo será capaz de mostrar isso. Terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que está sendo feita pelo restante.

Claro, cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá: ao grupo que faz a diferença, ou ao grupo que passa pela vida sem deixar sua marca. Pensem bem. Ainda dá tempo de fazer parte do grupo certo, do grupo que faz a diferença. Obrigado pela atenção e vamos à aula”.

Esta simples história nos traz uma forte mensagem sobre a importância da dedicação, do comprometimento, do esforço-extra. Uma lição sobre sair da mediocridade, abandonar o comodismo e fazer as coisas realmente acontecerem. E você? A qual grupo você quer pertencer?

Um grande abraço a todos!

Carlos Hilsdorf